Arquivo do mês: junho 2011

Vídeo da semana

Depois de algum tempo de abandono, é hora de voltar a trazer novidades por aqui! Mas, enquanto as novidades são preparadas, uma boa música sempre vai bem :)

 

Dois grandes sucessos do Concerto de Solistas de 2010:

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Coral da Scar comemora 37 anos com concerto

O domingo, dia 26, vai ser especial para o Coral da SCAR – Sociedade Cultura Artística. Os 37 anos da formação do grupo musical serão comemorados com um concerto às 20 horas, com um programa que vai destacar composições populares e internacionais.

Sob a regência do maestro Wanderli Siewerdt, o espetáculo vai oferecer ainda ao público a participação de integrantes do projeto Música para Todos.

Atualmente com 26 integrantes, o Coral da SCAR foi fundado em 6 de junho de 1974, com o objetivo de expandir a cultura do canto coral no município e regiões próximas e através de apresentações em diversos eventos e projetos em escolas.

As entradas custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) e podem ser adquiridos na Secretaria do Centro Cultural. Informações pelo telefone (47) 3275-2477.

 

Programa

1 – Vida de viajante (Dominguinhos / Arr: Júnior Marques)

2 – Luar do sertão (João Pernambuco / Arr: Gilson Costa de Mattos)

3 – Cio da terra (Milton Nascimento e Chico Buarque / Arr: Maurício Soares)

4 – Este seu olhar (Tom Jobin e Vinícius de Moraes / Arr: Alexandre Zilahi)

5 – Mulher de coronel (Gilberto Gil / Arr: André Protásio)

6 – Rock my soul (Música spiritual USA)

7 – Yesterday (John Lennon e Paul McCartney / Arr: Henry Millsby)

8 – Kyrie (John Leavitt)

9 – Azul da cor do mar (Tim Maia / Arr: Joubert Guimarães)

10 – Mulher rendeira (folclore nordestino / Arr: Martin Fröchlich)

11 – Qui nem jiló (Luis Gonzaga e Roberto Teixeira / Arr: Ubaldo Medeiros)

12 – Tiro ao Álvaro (Adoniran Barbosa / Arr: Roberto Anzai)

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Grupo de Câmara na coluna Orelhada

Hoje saiu uma notinha sobre a turnê do Grupo de Câmara na coluna Orelhada, de Rubens Herbst, do jornal A Notícia. Confiram abaixo:

 

Trip erudita

Não dá pra dizer que as malas estão prontas, mas as passagens já estão encaminhadas. Em janeiro, o grupo de câmara da Scar, de Jaraguá do Sul, embarca pra sua terceira turnê europeia, passando por Alemanha e Holanda com um repertório de clássicos brasileiros e peças latino-americanas, como os tangos de Astor Piazzolla. Mas há trabalho a fazer até lá. Até o final de 2011, o grupo organizará uma série de eventos e concertos para arrecadar dinheiro (o primeiro deles tá marcado pra julho). Que bons ventos o levem.

Vejam aqui a coluna a íntegra: Orelhada, Rubens Herbst – Jornal A Notícia

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Enquanto isso, nos bastidores…

O casal 20 da orquestra!! (foto postada a pedido dos músicos)

 

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Filarmônica Scar Jaraguá do Sul faz concerto no dia dos namorados

Divulgando…

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“Quinta Sinfonia”, de Beethoven, é utilizada em pesquisa sobre o câncer

Um artigo muito interessante sugerido pela nossa colega Guinha. Não deixem de ler!

Células tumorais expostas à “Quinta Sinfonia”, de Beethoven, perderam tamanho ou morreram 

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da “Quinta Sinfonia” de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História.

Descobriu-se, agora, que ela seria capaz de matar células tumorais – em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, a meia hora da obra. Uma em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

– Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo – ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.

O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição “Atmosphères”, do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior”, de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.

Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o “efeito Mozart”, um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal – pondera a pesquisadora. – Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.

“Atmosphères”, diferentemente da “Quinta Sinfonia”, é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?

Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia procura agora esta resposta, dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.

Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.

– Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa – diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.

– Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento – revela Márcia.

Fonte: O Globo – Renato Grandelle

Link da pesquisa:

http://www.oncobiologia.bioqmed.ufrj.br/noticias_onconews_detalhes.asp?id=417

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